Tuesday, September 15, 2009
Desabafo MSN Gripe A
*o que eu percebi foi que estás farta que te mandem mails acerca disso
(#)DitaFoX diz:
*exactamente!
[c=29]Pauwinha --->> Gijinka, hey? diz:
*e que todos vamos morrer um dia, e que preferes ir na ignorância e aproveitares até lá, do que no histerismo que se gera em volta de determinada situação
*é isso?
*lol
(#)DitaFoX diz:
*yah
*é isso msm
*sem tirar nem pôr
[c=29]Pauwinha --->> Gijinka, hey? diz:
*ok
*:)
*lol
(#)DitaFoX diz:
*é q já me começa a irritar
*a "cenoura"
*é q o q me irrita é q as pessoas caiem
*fdx
*mas dsc lá mas é q msm estupidez
*dsd q a gripe A veio em Portugal ainda ngm morreu
*qts pessoas já morreram dsd ai
*por outra doença qq?
*hj em dia no séc XXI morre gente de sarampo
*variola
*papeira
*onde é q essas pessoas são faladas no telejornal?
*onde há salas de quarentena
*p essas doenças altamente contagiosas?
*q pior ainda
*sobrevivem muito mais tempo fora do corpo humano
*tornando mais fácil o contagio
*ngm acha estranho q cd vez q os países ricos passam por uma crise económica aparece um virus?
*altamente perigoso e tal?
*2+2?
[c=29]Pauwinha --->> Gijinka, hey? diz:
*pois
*lool
*é mmo isso
(#)DitaFoX diz:
*a gripe das aves em 8 anos matou cerca de 1.250 pessoas por ano, em média
*em Portugal
*achas q só morrem esse nr de pessoas da gripe sanzonal?
*morre muito mais
*tipo
*este tipo de doenças não é q não sejam perigosas
*claro q são
*mas este nível de histeria é irritante
*tanta merda
*andamos a fugir às doenças tdas
*ñ apanhamos mt sol
*cancro da pele
*ñ se fuma
*cancro do pulmão
*boa parte dos cancros ocorre sem fazermos nd de mal
*comer
*uma data delas
*obesidade, colesterol, diabetes, cardio-vasculares
*ñ se anda de avião q eles caiem
*ñ se anda de metro/comboio/bus
*terroristas
*ñ se passeia
*terroristas
*aviões caiem
*comida estrangeiras
*intoxicações alimentares
*fdx
*acho q me vou matar já
*e poupar-me da morte certa...
...todos os dados contidos são de "ouvir dizer" e podem não corresponder inteiramente à verdade..
Wednesday, May 6, 2009
SOL
O sol nasceu, e tudo nasceu com ele.
As pétalas das flores abriram-se para o cumprimentar, as aves voam tentando alcança-lo, as nuvens tentavam tapa-lo para tê-lo só para elas, mas ele permaneceu ali, iluminando-me e eu nasci para com ele, e todas as noite quando ele se ia, eu ia com ele.
Todos os dias, isto acontecia, até que o sol se tornou para mim humano, e começou a iluminar-me o coração, e a aquecer-me o espírito e eu abri-me para o cumprimentar, tentei voar para o alcançar, e tentei tapa-lo para o ter só para mim, mas não consegui porque o sol quando nasce, nasce para todos mas permaneceu ali, iluminando-me e eu voltei a nascer e todas a noites quando ele estava longe, eu também estava longe...de mim... Estava com ele, a cheirar as flores, a voar com os pássaros, a ser gotas de agua nas nuvens e apercebi-me que ele era tudo o que me rodeava.
E uma noite o sol pôs-se e não voltou a nascer na manhã seguinte tudo ficou escuro. O meu coração já não sentia, era de pedra, eu quis ir ter com ele, tentei ver aquilo que não podia, ouvir o que não podia ouvir, sentir o que não podia sentir, falar com quem não podia responder e toquei no que queria tocar... em mim, e descobri que eu era o que queria descobrir...
E o sol mostrou-se a mim e eu consegui vê-lo, senti-lo, ouvi-lo e falar-lhe pois ele estava em mim e eu pertencia-lhe, na manhã seguinte o sol voltou a nascer, e voltou a iluminar-me e a aquecer o meu espírito, mas o meu coração pôs-se com ele naquele dia em que eu me descobri. O sol roubou-me o coração, não o de pedra mas sim um coração cheio de um amor que só o sol soube levar.
O sol nasce, e tudo nasce com ele.
Tuesday, April 21, 2009
O livro
Apesar de ter o que ler, não é para esses temas que estou virada... mas aquela sede, aquela fome... sinto-a dentro de mim... aliado a isso está a minha maluquice lol em que sinto que a história decorre sem mim, então a não ser que vá ler tudo de uma vez também fico maçada de demorar muito tempo... e o medo de tudo se passar sem mim... lol. E depois, o pior de tudo... a tristeza de me despedir daquele lugar, das personagens... quando o livro acaba é um momento muito melancólico para mim.
"O livro é um mudo que fala, um surdo que responde, um cego que guia, um morto que vive, e, não tendo acção em si mesmo move os ânimos e causa grandes efeitos"
Padre António Vieira
Um livro é um amigo, é um lugar seguro. Posso sempre contar com ele. Posso aprender, viajar, conhecer novas pessoas, novos lugares, mudar tudo e não mudar nada, leva-me ao mais profundo lugar da terra e à mais alta montanha, guia-me por estrelas, constelações, e pelos mares da terra.
Não há nada que goste mais de fazer e que me faça sentir tão em sintonia com tudo.
... além de ser óptimo para ganhar vocabulário :p
Monday, April 13, 2009
Leave out all the rest
I dreamed I was missing
You were so scared
But no one would listen
'Cause no one else care
After my dreaming,
I woke with this fear
What am I leaving,
When I'm done here?
So if you're asking me
I want you to know
When my time comes
Forget the wrong that I've done
Help me leave behind some
Reasons to be missed
Don't resent me
And when you're feeling empty
Keep me in your memory
Leave out all the rest
Leave out all the rest...
Don't be afraid
Of taking my beating
I've shared what I'd made
I'm strong on the surface
Not all the way through
I've never been perfect
But neither have you
So if you're asking me
I want you to know
When my time comes
Forget the wrong that I've done
Help me leave behind some
Reasons to be missed
Don't resent me
And when you're feeling empty
Keep me in your memory
Leave out all the rest
Leave out all the rest...
Forgetting
All the hurt inside
You've learned to hide so well
Pretending
Someone else can come,
And save me from myself.
I can't be who you are
When my time comes
Forget the wrong that I've done
Help me leave behind some
Reasons to be missed
Don't resent me
And when you're feeling empty
Keep me in your memory
Leave out all the rest
Leave out all the rest...
Forgetting
All the hurt inside
You've learned to hide so well
Pretending
Someone else can come and save me from myself
I can't be who you are
I can't be who you are
Thursday, February 12, 2009
O que é pois um nome? Uma rosa com o mesmo nome cheiraria igualmente bem...

Agora daquelas partilhas daqui (coração) BAH!!
Quero algo... quero algo que me arrebate o coração e me deixa de rastos...
Quero lutar... Quero querer!!!
É que no meio disto tudo... será que perdi a capacidade de sentir??
Será que não consigo??
Queria um momento... daqueles... que fazem com que toda uma existência nesta vida valha a pena... daqueles... que fazem com que o tempo seja irrelevante e o planeta pare de girar... (que a terra gira ao contrário e os rios nasçam no mar :p)
Tenho medo... que tenha ficado fria e vazia por dentro de amor que dei e que agora não sei voltar a sentir!
Um momento... é só o que peço...
Monday, January 12, 2009
Somewhere out there...

Ando com saudades dos meus desenhos... e este em particular, é-me especial ao coração, foi o primeiro filme que fui ver ao cinema, e fui expulsa lol, incitamento infantil de choro em massa, foi a minha acusação, mas eu não conseguia parar de chorar e gritar: "Ele vai-se afogar, ajudem o Fievel", tinha eu cerca de 4 anos e não conseguia discernir entre a realidade e ainda hoje tenho de combater dentro de mim o desejo de avisar o Fievel para não se afastar da sua familia, ou quando eles passam perto uns dos outros de gritar "Olha para cima" ou "Ele está ai, ele está ai!" e de me sentir frustrada por não se verem. Sem esquecer o personagem Tiger, um gato querido e amigo, com a voz do fantástico Dom DeLuise que anima e aquece o coração, também adoro o facto de serem as próprias personagens a cantar os temas, todos lindos. "Fievel - um conto americano" é sem dúvida aquele filme, quem me conhece sabe que eu digo isto de muitos filmes lol, mas este e "O Rei Leão" são aqueles que ponho ao lado de outros grandes filmes sem ter em consideração o facto de serem animados.
O tema que dá titulo ao post, do filme:
"Somewhere out there beneath the pale moonlight
Someone's thinking of me and loving me tonight
Somewhere out there someone's saying a prayer
That we'll find one another in that big somewhere out there
And even though I know how very far apart we are
It helps to think we might be wishing on the same bright star
And when the night wind starts to sing a lonesome lullaby
It helps to think we're sleeping underneath the same big sky
Somewhere out there if love can see us through
Then we'll be together somewhere out there
Out where dreams come true
And even though I know how very far apart we are
It helps to think we might be wishing on the same bright star
And when the night wind starts to sing a lonesome lullaby
It helps to think we're sleeping underneath the same big sky
Somewhere out there if love can see us through
Then we'll be together somewhere out there
Out where dreams come true"
Monday, December 8, 2008
Direis que não é poesia
"Direis que não é poesia
e a mim que importa?
Eu canto porque a voz nasce e tem de libertar-se.
E grito porque respondo
às lanças que me espectam
e aos braços que me chamam,
E porque, dia e noite, minhas mãos e meus olhos,
por estranhas telegrafias,
dos cantos mais ignotos
e das linhas perdidas
e dos campos esquecidos
e dos lagos remotos,
e dos montes,
recebem longas mensagens e comunicações:
para que grite e cante.
O meu grito e meu canto é a voz de milhões.
Por isso que me importa?
Eu canto e cantarei o que tiver a cantar
e grito e gritarei o que tiver a gritar
e falo e falarei o que tiver a falar.
Direis que não é poesia.
E a mim que importa
se eu estou aqui apenas para escancarar a porta
e derrubar os muros?
E a mim que importa
se vós sois afinal o que hei-de ultrapassar
e esmigalhar
em nome
de todos os futuros?
Eu sigo e seguirei.
como um doido ou um anjo,
obstinado e heróico a caminho de nós
em palavras e acções
por todos os vendavais
e temporais
e multidões
nos cantos mais ignotos
e nas linhas perdidas
e nos campos esquecidos
e nos lagos remotos
e nos montes
- por terra, mar e ar.
Direis que não é poesia
E a mim que importa!
Convosco ou não, meu galope é em frente.
Pertenço a outra raça, a outro mundo, a outra gente.
É andar, é andar!"
Mário Dionísio
(Lisboa, 16/7/1916 - Lisboa, 17/11/1993)
